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terça-feira, 4 de setembro de 2018

Setembro

Setembro é um mês de recomeços...a mim parece-me bem!
2018 não tem sido um ano fácil, mas nas dificuldades descobrimos muitas vezes que afinal somos mais fortes do que pensamos, somos mais resistentes do que julgávamos. conseguimos seleccionar e deixar ir o que se solta. conseguimos gostar ainda mais de nós e damos valor ao que temos e é nosso na realidade...2018 não tem sido um ano fácil!
deixar ir o que não faz falta
dar valor ao que é realmente nosso
abraçar o futuro sem deixar de olhar para o presente
gostar ainda mais de nós
só isto já faz sentido.

terça-feira, 29 de maio de 2018

histórias de amor

tudo se resume ao vazio que sinto por dentro proporcional à falta de ar que me invade o peito! é isto uma história de amor? ou é assim que morre por amor?

segunda-feira, 28 de maio de 2018

para sempre teu, para sempre meu, para sempre nosso*

é verdade ontem revi o filme o Sexo e a Cidade, revi tanto que tantas partes era eu no meio do filme!! sempre gostei da série, sempre gostei dos filmes, basicamente sempre gostei de Nova Iorque...mas ontem o enredo apanhou-me e fiquei ali a absorver momentos tão comuns e tão clichés! Mr. Big!
gosto de histórias de amor, de encontros e desencontros e de como o amor é único, básico e pleno.
sou feliz de coração cheio de amor e de carinho, erradamente mais para dar do que para receber, sou imensamente feliz quando dou!

mas, não sei porquê...para sempre teu, para sempre meu, para sempre nosso!

segunda-feira, 21 de maio de 2018

fui correr a Madrid e trouxe uma medalha!


Isto é algo que eu já devia ter escrito…passaram quase dois meses e eu ainda não tive palavras para descrever aquilo que vivi e aquilo que senti. Fui correr a Madrid e trouxe uma medalha…corrijo fui correr num campeonato europeu de masters e conquistei uma medalha de equipa, uma medalha de bronze!
A prova não foi fácil, nem para mim nem para as outras atletas, mas eu até estava determinada e preparada para fazer o meu melhor tempo, mas isso não aconteceu. Eu dei o meu melhor, o vento e o frio foram as maiores contrariedades, durante o percurso dos 5 km, em cada volta eu pensei que ia desistir, que o vento me ia projectar para fora da pista, que as pedrinhas e grãos de areia de andavam pelo ar e me cortavam a pele me iriam fazer desistir, afinal estava tudo a correr ao contrário do que eu tinha planeado! Mas eu só pensava na equipa nas minhas colegas que independentemente do resultada estariam a contar comigo e que o mínimo era eu chegar ao fim e cortar a meta, foi esse o meu pensamento durante as três voltas ao percurso e mesmo quando o vento me empurrava para trás e me levava a bater com o pés nas pernas, nem as descidas me sabiam pela vida como quem me conhece sabe o quanto eu gosto de uma boa descida…cortei a meta orgulhosa de ter concluído a prova sem saber dos resultados, aliás a organização informou que as italianas tinham fechado o pódio! Ainda assim não foi uma desilusão, eu fiz a minha prova, a equipa fez a prova!
Duas horas depois veio a surpresa…afinal quem tinha fechado o pódio tinham sido as atletas protuguesas e eu tinha conquistado uma medalha! Os meus olhos encheram-se de água e um sorriso invadiu o meu rosto…é um orgulho conquistar uma medalha com o equipamento de PORTUGAL!
Mas esta medalha não é só uma conquista desportiva, nem o culminar do todos os treinos, sacrifícios e regras alimentares, esta medalha é sobretudo o orgulho em mim de não ter desistido quando me surgiram obstáculos, quando eu achava que era demais para mim, quando eu achava que já não tinha força para mais, esta medalha foi o oposto disso tudo, esta medalha é o sinal de que devemos correr atrás dos nossos sonhos, devemos ser perseverantes e acreditar que somos capazes…esta medalha diz-me a mim para nunca desistir do que eu quero conquistar!

sábado, 3 de março de 2018

assim de repente...

2018 ainda agora começou e eu não tenho feito outra coisa se não ir a funerais, missas de sétimo dia e missas de mês! assim ninguém aguenta...o meu psicológico tem andado um pouco por baixo, diria mesmo pelas ruas da amargura. pessoas novas, pessoas mais velhas, vitimas de quase sempre o mesmo! a bem dizer, para morrer só é preciso estar vivo, mas já chegava, não?

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

A barriga da Sara Sampaio

parece que a malta não achou piada à barriga da Sara Sampaio quando desfilou para a Victoria's Secret e eu pergunto, mas que raio tem a barriga da Sara Sampaio? vou até mais longe e digo eu queria ter a barriga da Sara Sampaio quando estava a desfilar!! vivemos em tempos de extremos ou é tudo ou não é nada..ou são modelos xxl ou então xxs...e ainda é difícil perceber que cada um se deve senti bem e procurar aquilo que lhe faz sentir melhor, com super poderes!
eu se inspiro fico com a barriga para dentro se expiro fico com a barriga para fora, quando me sento fico com pregas na barriga e muitas vezes ela ganha vida própria e anda como bem entende!
a Sara tem barriga como todo o mundo tem barriga, a sara não tem ponta de gordura, as tirinhas da cueca não marcam nem um pouco, não há ali nada fora do sitio nem a querer saltar fora. há gente que consegue ver mosquitos em África!






o inevitável e para o qual nunca estamos preparados...ou hoje morreu o Zé Pedro!

é assim, aquela noticia que mais nos custa ouvir, que mais nos choca e aquela que nós sabemos que temos todos por passar...o anuncio da morte.
na minha vida, já vi partir pessoas muito próximas e muito queridas, próximas, mais distantes, amigas, simples conhecidas e todas custam e me transportam sempre para o mesmo lugar, para o mesmo dia, para a mesma pessoa...a minha mãe.
mas hoje morreu uma pessoa do meu imaginário de adolescente, dos meus parcos sinais de rebeldia, que mais não passavam de uma afirmação ténue que se resumia a vestir de preto e ouvir música punk. fazia parte ainda mais de um estudante de artes dar mostras de coisas diferentes e os xutos foram o meu fascínio, para mim não interessava nada o estilo de vida que cada um levava, não era seduzia nem influenciável a esse ponto, já via conhecidos desgraçarem as suas vidas por estilos tão irreverentes como consumir droga e isso não era a minha onda.
zé pedro fez, faz e vai sempre fazer parte do meu imaginário de adolescente, como tantos outros que já haviam desaparecido e outros desaparecidos recentemente.
vi o primeiro concerto dos xutos e detestei, mais tarde voltei a vê-los em concerto e adorei, digo mesmo que fiz as pazes com a banda e voltaram ao meu imaginário.
até sempre Zé Pedro.

segunda-feira, 6 de março de 2017

desejos meus

preciso de uns dias de sol.
preciso de uns dia de sol e de calor.
preciso de uns dias de férias.
preciso de um fim de semana com mais dias, para mim e para as minhas coisas.
preciso de sair de casa para correr com sol e com calor.
por hoje é isto!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

então e tu só corres?

não!! não é assim tão claro que não, mas eu senti necessidade de fazer reforço muscular. toda eu parecia feita de gelatina e correr nestas condições era coisa para talvez me dar cabo das minhas articulações. já não sou propriamente nova e não tinha por hábito a prática e exercício físico regular, desta forma achei por bem que deveria pensar muito à séria, isto se queria correr por uns bons anos e não estragar as minhas queridas articulações. vai daí, resolvi experimentar umas aulas de funcional, a ideia era trabalhar partes variadas do corpo e usar o próprio peso na prática dos exercícios, gostei e de uma vez por semana passei a três vezes por semana, variando entre treino funcional, pilates e localizada.
mais tarde, o meu filho mais velho também ele rendido à prática de exercício físico de forma regular, lançou-me o desafio de o acompanhar num programa de treino para tonificação abdominal. foi numas férias de natal, que chagada a casa depois do trabalho já tinha a sala preparada para 30 minutos de treino de alta intensidade, o que começou por fazer companhia à prática regular deste tipo de treino. passaram as férias, ele voltou à faculdade e cada um no seu sitio foi completando o programa de treinos, acabávamos por falar ao telefone sobre as mais ou menos dificuldades dos exercícios e sempre a progredir para ver quem quebrava primeiro!
percebi rapidamente da importância deste complemento à minha prática da corrida e aos resultados obtidos nos meus abdominais, braços e pernas. é certo que é um trabalho que tem o seu tempo, mas os resultados vão aparecendo e são motivo de continuar, para manter ou mesmo melhorar.
pilates e funcional vou mantendo de uma forma mais regular, em especial pilates trabalhando com mais intensidade os alongamentos e o equilíbrio, a localizada vou alternando com cycle.
se me perguntam a minha opinião sobre os treinos de reforço muscular, eu respondo sempre que é muito importante, ou pelo menos para mim foi e continua a ser.

à esquerda eu no meu corpo gelatina, nas outras já se nota a diferença! estas fotos têm 9 meses de diferença

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

como comecei a correr - parte II

correr passou a ser viciante e desafiante, em cada saída queria superar a anterior e perceber até onde conseguia aguentar. inicialmente não variava muito o meu percurso para perceber a minha evolução, até conseguir completar um percurso inteiro a correr. fui aumentando o desafio e mudando os meus percursos, fui aumentando as minhas distâncias até ao dia em que consegui correr 15 km seguidos (acho que levei umas 2 horas). era frequente, sempre que saia de casa para correr, ir metade do caminho a dizer a mim mesma que eu não devia ser boa da cabeça, no que é que eu me metia. esta metade do percurso era sempre a subir e outra metade era quase toda a descer, lembro-me dos pontos estratégicos em que sentia um misto de emoções, por um lado o cansaço e nunca mais chego a casa e por outro já falta pouco já chegaste até aqui vais chegar até casa! 
senti necessidade de melhorar os meus tempo, os meus conhecimentos e claro evoluir nos meus treinos. juntei-me a um grupo de corrida e a um treinador, onde todas as semanas passei a receber os meus planos de treinos personalizados, mediante os meus objectivos e claro, as minhas capacidades.
melhorei nas minhas corridas de 10 km, fiz um upgrade para corridas de 15 km e já corri uma meia maratona e fiz um tempo incrivel!
é claro que isto só se consegue com uma extraordinária força de vontade para correr ao frio, à chuva, ao sol e ao calor. muitos são os dias em que luto contra a preguiça, a vontade de ficar no sofá enrolada no cobertor, à vontade de dormir mais um pouco ao domingo de manhã e de ficar a tomar o pequeno almoço nas calmas e ainda de pijama. tudo isto é recompensado com a satisfação que sinto no final de cada treino na companhia dos meus amigos e quando termino cada prova sempre com sabor a vitória. vitória pela superação, persistência, combate à preguiça e pela capacidade que nem eu sabia que a tinha.
por cada pessoa que me diz que não corre como eu, eu respondo que quando comecei também não corria como eu, mas querendo chegamos aqui. começamos devagar, para chegar mais longe!

como comecei a correr - parte I

como começar a correr, ou a minha experiência. quando alguém demonstra interesse em começar a correr, ou simplesmente por brincadeira solta um "eu devia fazer como tu e começar a correr", eu respondo prontamente "então anda" logo de seguida ouço "ah! mas eu não corro o mesmo que tu corres!" pois não!! quem quer começar a correr não vai correr o mesmo que eu corro actualmente, vai certamente correr o que eu corria quando comecei e um dia vai estar a correr o que eu corro hoje e a correr ao meu lado.
também me perguntam como é que comecei a correr e porquê. como é que te deu, com esta idade, para começar a correr? e ou se já corria ou fazia algum desporto antes. é claro que tudo se torna mais fácil se já se praticava desporto com alguma regularidade e por qualquer motivo se resolveu mudar ou para uma modalidade mais ao ar livre, ou sem tanto compromisso de horário ou até mesmo sem o encargo de uma mensalidade no ginásio, é só mesmo o retomar do ritmo dos treinos e tudo se vai agilizando e tornando mais fácil. no meu caso, a minha prática desportiva não passou das aulas de educação fisica em tempo escolar, ou de duas tentativas de idas regulares ao ginásio. comecei a correr porque senti necessidade de me mexer mais do que a minha rotina diária.
e agora, como comecei.
comecei por sair de casa para caminhar, o que já me bastou para perceber que me cansava com relativa facilidade e algo tinha mesmo de mudar. insisti nas caminhadas até fazer 4 ou 5 km sem sentir que o fazia por obrigação, depois foi a curiosidade de perceber se conseguia correr, nos primeiros seis passos que dei em modo corrida fiquei para morrer, o coração a querer saltar fora, os pulmões a gritar por mais espaço e as pernas coitadas, mediante as queixas da minha caixa superior, já nem sei o que sentiram na altura. sei hoje que a roupa que levava vestida na altura era excessiva, até mesmo só para experimentar, e depois de adequar este pormenor, resolvi por em prática o meu plano. sair de casa para caminhar era imprescindível a companhia do meu tlm carregado com música para me acompanhar, quando me apanhei em terreno confortável experimentei iniciar a corrida com a duração de uma música e curtinha de preferência, nas próximas caminha até acalmar a minha respiração e me sentir confortável para mais uma música a correr. no meu primeiro percurso, corri 8 a 10 minutos e caminhei 40. fui ganhando confiança, pernas e caixa para me aventurar em 2 músicas seguidas a correr e gradualmente ir aumentando. todo este processo foi feito ao meu ritmo, sem pressas, sem pressões e com o objectivo principal de sempre me sentir e quando este objectivo não estivesse a ser atingido parar e reformular o processo. é certo que correr não é para todos, porque nem todos gostam de correr, mas eu descobri que até podia ser para mim, eu estava a gostar!
alarguei os meus objectivos e passei de músicas para distância, vou correr daqui até ali, e agora até aquela rotunda e se calhar aguento até mais ali à frente e fui experimentando, sempre ao meu ritmo.
comecei a correr sozinha por incompatibilidade de tempos com outras pessoas e como amigo não empata amigo fiz esta jornada comigo, sentindo um bem estar de ter saído de casa e aquela hora era só para mim, fazer algo por mim e sentir-me livre de tudo o resto, quando chegava a casa começava tudo de novo, mas já era com outro animo e com outra disposição.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

leituras

estes quatro livros eu vou querer ler. o primeiro vai-me dar um aperto no coração, é um palpite!

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

os doces, senhores! os doces !!


quando entrei nesta viagem de comer saudável para sempre, havia um capitulo que me deixava particularmente renitente: OS DOCES! como resistir? já há algum tempo que eu havia retirado a adição de açúcar refinado em especial no meu chá, já que nos iogurtes eu tinha conseguido deixar quando estive gravida do meu segundo filho, gradualmente fui deixando até não sentir fala do ritual de duas colherinhas de açúcar e mexe, mexe, mexe! esta parte ficou resolvida e a verdade é que apesar de seu não ser muito doceira, nem fazer doces regularmente lá em casa, é sempre nestas ocasiões que mais cresce a vontade de comer ou melhor que mais se sente a falta e uma fatia de bolo em determinados momentos fazem toda a diferença, sabe sempre bem e aconchega o coração. o meu maior receio foi: como resistir? e começou a minha procura por alternativas, conjugando um conjunto de factores bastante considerável para um bolo ou uma sobremesa doce. primeiro factor a restrição à adição de açúcar refinado, segunda restrição a farinha tradicional para bolos e a terceira a manteiga. mas como raio se faz um bolo sem estes três ingredientes? comecei por procurar formas de substituir estes ingredientes por outros mais naturais e mais saudáveis. as panquecas proteicas foram o principio (receita da minha nutricionista), os pequenos almoços, que passaram a ter outro significado e importância, de certa forma foram colmatando esta necessidade. o mugcake, o bolo de aveia e maçã, as papas de aveia. é claro que em dias de festa acabo sempre por provar uma coisa outra doce e tem dias que apesar de aos olhos me parecer bem, já ao meu estômago por vezes acaba por ser um enjoo.
normalmente substituo a adição de açúcar refinado por mel, mas existem outras variantes como a geleia de agave (que sabe a rebuçados), o açúcar de coco, stevia e o açúcar mascavado, sendo o mel a forma mais natural para adoçar.

crédito de imagem | EU

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

como sobreviver a estes dias de festa ou como não chegar a janeiro a rebolar

é inevitável uma mesa farta nesta altura de festas e vendo bem as coisas, temos 3 noite de consoada em 3 semanas e quem é que consegue resistir a isto sem prevaricar um bocadinho que seja? pois é!! agora que tenho vindo a manter uma alimentação mais equilibrada e saudável , quando se aproximam dias de festa, por vezes sinto um misto de ai-meu-deus-que-me-vou-estragtar-toda e eu-corro-eu-posso! a realidade é que mesmo com tanto exercício físico (para mim), não se trata de manter a linha, mas sim manter o meu organismo o mais distante possível daquilo que eu no meu dia a dia me vou propondo, ou sejam os fritos e os açucares refinados que para qualquer comum mortal são um veneno, então para um praticante assíduo de desporto é quase como que espetar uma faca no coração. no entanto, e como em tudo na vida existe sempre um mas, estes dias de festa mais marcantes a realidade é que eu não me privo de comer o que me apetecer, apenas me vou orientando nas quantidades. não virei obcecada, nem fundamentalista na minha comida, daí que me permita comer doces moderadamente, mais do que o normal, os fritos é só mesmo para tirar da ideia e o resto tento comer de forma controlada. mas há uma outra coisa (este mas é muito importante), se eu me permito comer tudo aquilo que me apetecer de forma controlada, uma das coisas que eu fujo a sete pés é das SOBRAS...pessoas boas, fujam das sobras, porque essas sim são uma tentação do demónio, estão sempre a sorrir para nós sempre que passamos por elas lá em casa e aí vem a desgraça!! um truque que eu uso, mas a realidade é que nem sempre cola é o seguinte: quando me oferecem algo para levar, e nunca é pouco, digo sempre ninguém come lá em casa, vai tudo para o lixo há quem não goste de ouvir e não me empurra mais as sobras! mas isto sim, é um exercício difícil!

terça-feira, 27 de setembro de 2016

e quando não está a resultar, devemos insistir...ou não?

não estamos bem, mudamos. e quando mudamos, esperamos mudar para melhor. estar sozinha não é uma opção que me agrada, mas depois de algum tempo sem responsabilidades conjugais voltar a esta realidade reconheço que nem sempre é fácil. dividir o espaço, dividir tarefas, dividir contas, partilhar ideias e mais um sem número de coisas com as quais muitas vezes não nos identificamos não é de todo de fácil conciliação dentro das nossas cabeças. depois de algum tempo só e voltar à realidade de casal é difícil ser benevolente em determinadas áreas. a bagagem que transportamos, os trambolhões e as cabeçadas que já demos faz de nós pessoas capazes de saber reconhecer o que queremos numa relação a dois e ainda mais perceber quando as coisas não estão a correr bem e procurar conversar sobre o que nos inquieta ou sobre aquilo que está mal ou sobre é aquilo que eu quero. tu amuas, eu amuo, tu és orgulhoso, eu também sou...e agora?

terça-feira, 9 de agosto de 2016

estamos assim



perdi a conta às vezes que disse “é amanhã, amanhã começo a fazer dieta”, os dias foram passando e era sempre amanhã. a roupa cada vez mais apertada, nada ficava bem, nem com roupa larga eu me sentia bem, a verdade é que apesar de não ter peso a mais aquele não era o meu corpo.
com duas gravidezes num intervalo de 10 anos e uma vida sedentária ao longo de 20, sim andar de um lado para o outro feita barata tonta e a fazer uma “ginástica” para deixar um na escola outro no infantário e mais os treinos e mais a casa, as compras, a roupa e tudo e tudo, só foi contribuindo para o acumular das gordurinhas indesejadas nos sítios mais difíceis de resolver o problema e não acelerar o meu metabolismo.
aos poucos na minha cabeça o anjinho foi martelando “é agora, é agora, mais tarde nunca mais perdes esses quilos indesejados”, eu ouvia assim como quem ouve num fundo de um poço, mas estava difícil de começar! afinal não foi uma dieta que comecei, mas sim um aperfeiçoamento das minhas refeições, o ajuste das quantidades e cumprir com os horários das refeições.
longe estava da minha ideia que eu ia agarrar este projecto vida saudável com tanto empenho e dedicação. já ouvi dizer que estou obcecada, se calhar para uns sim, mas para mim faz todo o sentido que seja assim.
melhorei os meus hábitos alimentares, fazendo as minhas asneiras para conseguir manter a minha cabeça saudável.
abracei o projecto das corridas como o meu complemento de vida, o meu tempo, os meus objectivos, a minha superação e o que me faz manter com mais vitalidade para levar a bom porto o meu dia-a-dia.
fui ambiciosa e elevei a minha fasquia e fui dizendo raismepartam se eu não fico com o corpo de anjo da Victoria's Secret, ou com a barriga da Carolina Patrocinio!
e estamos neste ponto de satisfação, com caminho ainda e sempre para percorrer com o lema de já estive mais longe|estou quase lá



 não tenho barriga para andar à mostra, mas é do caraças sentir-me em forma
créditos de imagem| EU

segunda-feira, 27 de junho de 2016

terça-feira, 8 de março de 2016

8 - 03

esta data faz sentido por todas as mulheres que ainda lutam pelos direitos básicos...direito à educação, direito à liberdade de escolha, direito aos cuidados maternos, direito à vida! esta data faz sentido por todas as mulheres coragem que lutam por um mundo de igualdade 50-50.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

| parar é o verbo |




é preciso parar. fazer descer os pés à terra aqueles centímetros que faltavam. fecham-nos uma porta para de seguida abrirmos uma janela, mas por vezes é preciso fechar essa janela, abrandar, parar, pensar. a vida não é sempre a direito e por vezes leva-nos por uma estrada com curvas e contra curvas infinitas, não nos deixando ser lineares nas nossas ideias e nossos objectivos. é preciso parar e saber esperar.

créditos de imagem | yellowish