quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

como sobreviver a estes dias de festa ou como não chegar a janeiro a rebolar

é inevitável uma mesa farta nesta altura de festas e vendo bem as coisas, temos 3 noite de consoada em 3 semanas e quem é que consegue resistir a isto sem prevaricar um bocadinho que seja? pois é!! agora que tenho vindo a manter uma alimentação mais equilibrada e saudável , quando se aproximam dias de festa, por vezes sinto um misto de ai-meu-deus-que-me-vou-estragtar-toda e eu-corro-eu-posso! a realidade é que mesmo com tanto exercício físico (para mim), não se trata de manter a linha, mas sim manter o meu organismo o mais distante possível daquilo que eu no meu dia a dia me vou propondo, ou sejam os fritos e os açucares refinados que para qualquer comum mortal são um veneno, então para um praticante assíduo de desporto é quase como que espetar uma faca no coração. no entanto, e como em tudo na vida existe sempre um mas, estes dias de festa mais marcantes a realidade é que eu não me privo de comer o que me apetecer, apenas me vou orientando nas quantidades. não virei obcecada, nem fundamentalista na minha comida, daí que me permita comer doces moderadamente, mais do que o normal, os fritos é só mesmo para tirar da ideia e o resto tento comer de forma controlada. mas há uma outra coisa (este mas é muito importante), se eu me permito comer tudo aquilo que me apetecer de forma controlada, uma das coisas que eu fujo a sete pés é das SOBRAS...pessoas boas, fujam das sobras, porque essas sim são uma tentação do demónio, estão sempre a sorrir para nós sempre que passamos por elas lá em casa e aí vem a desgraça!! um truque que eu uso, mas a realidade é que nem sempre cola é o seguinte: quando me oferecem algo para levar, e nunca é pouco, digo sempre ninguém come lá em casa, vai tudo para o lixo há quem não goste de ouvir e não me empurra mais as sobras! mas isto sim, é um exercício difícil!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

a importância da roupa nova

bem sei que para começar a correr/treinar não é preciso muito mais do que se preocupar com umas boas sapatilhas, ou até mesmo para experimentar se é mesmo isto que queremos e gostamos podemos calçar as sapatilhas de desporto que pairam lá por casa. uma t-shirt mais ou menos manhosa e de preferência sem buracos e limpinha, uns calções ou para os mais tímidos umas calças e é só mesmo preciso juntar a isto a vontade de sair de casa e correr. ora, assim que nos apercebemos que estamos a gostar e que a coisa vai durar, o caso já muda de figura! começamos a pensar em investir numas sapatilhas mais apropriadas à prática desportiva em causa, seja ginásio, seja corrida de estrada, de pista, de trail, etc., é necessário ter em atenção que estamos a cuidar não só da nossa aparência mas principalmente das nossas articulações, tendões e músculos. se umas sapatilhas podem custar algumas dezenas de euros, também é certo que estaremos a poupar o nosso corpo e algumas dezenas de euros em tratamentos. e eis que chegamos ao departamento da roupa, quem nunca sentiu uma inspiração extra para treinar quando tem uma roupa nova para estrear? há por aí alguém? hummm...bem me parecia! isto com roupa nova e já com o primor de alguns detalhes que nos cativam mais o olho a coisa ganha outros contornos e sair à rua ganha logo outra motivação!

 


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

na minha cozinha #1

nesta história de comer de forma saudável, trocam-se as batatas convencionais por batatas doces. confesso que não era muito fã do sabor da batata doce e torci um pouco o nariz. comecei por assar a batata doce e gostei assim assim, cozi e já lhe achei mais piada, fiz chips de batata doce no forno e também já lhe achei mais piada. de vez em quando vai uma batatita doce na sopa e assim fui introduzindo a batata doce na minha alimentação. no meio disto tudo e o que eu mais pena tinha era do meu tão adorado empadão que sempre confeccionei com batata normal, cozida e esmagada e com o recheio de carne com molho de tomate e que não mais me atrevi a comer. no outro dia experimentei cozer a batata doce sem casca e de seguida esmaguei e entretanto já tinha preparado a carne e montei o meu empadão...só me resta dizer que foi só assim uma coisa maravilhosa que as minhas papilas gustativas experimentaram, estava uma delicia.
desta forma deixo-vos aqui a minha receita de empadão de carne com batata doce, experimentem e vão ver que não vai sobrar nem um bocadinho.


puré de batata doce

ingredientes:
- 4 batatas doce
- água para cozer as batatas
- sal

preparação:
descascar as batatas e levar ao lume num tacho com água e sal, até ficarem cozidas.
retirar do lume, verter a água e esmagar a batata. reservar.

recheio de carne com molho de tomate

ingredientes:
- 1 cebola média
- 2 dentes de alho
- 2 tomates maduros sem pele
- azeite
- carne picada (no caso usei sobras de carne assada que tinha no frigorífico)
- sal qb
- piri piri a gosto (opcional)
- vinho branco


preparação:
num tacho juntar a cebola picada e o azeite e levar ao lume a refugar, juntar o alho picado e deixar refugar mais um pouco, quando a cebola estiver alourada juntar o tomate cortado em cubinhos, temperar com sal e piri piri e deixar refugar.
preparar a carne e picar num robot de cozinha, reservar.
adicionar um pouco de vinho branco ao refugado de tomate e juntar a carne previamente picada, deixar refugar mais um pouco e rectificar os temperos e deixar evaporar um pouco o molho a gosto.

num pirex de ir ao forno fazer uma camada com aproximadamente metade da quantidade de batata doce esmagada, cobrindo o fundo do pirex. de seguida espalhar a carne por cima da camada de puré e por fim cobrir a carne com o restante puré de batata. espalhar um ovo mexido por cima da batata e levar ao forno até alourar.
servir acompanhado com salada.


p.s. - o recheio pode ser feito com carne de frango, de perú ou vitela. pode também ser feito com atum e ovo cozido, sempre acompanhado pelo molho de tomate, para lhe conferir uma textura mais aveludada.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

nunca pensei...

ora aqui está uma coisa que nunca pensei mesmo e quando ainda penso hoje me questiono como fui capaz...corri a minha primeira meia maratona...21 097,5 metros!! e foi absolutamente incrível, o ambiente que se vive antes, durante e depois. isto já tem uns dias, as emoções são tantas que é preciso organizar as ideias. 21,1 km a correr com uma previsão de aproximadamente duas horas e sempre a pensar será que vou aguentar? e como vou chegar ao fim? e como vai ser cruzar a meta? irei a arrastar-me até à mate, só para terminar a prova? e as duas horas? será que vou conseguir? sim porque isto a determinada altura virou um dois em um, percorrer 21,1 km e em 2 horas nem mais um minuto! minha nossa como vou conseguir isto? segui o meu plano de treinos quase à risca (só dois treinos é que percorri uma distância maior à que estava prevista), fiz um intervalo de corridas de duas semanas, e comecei a treinar ainda não tinha terminado o mês de julho, treinei nas minhas férias sem falhar um treino, combati a preguiça e fui progredindo e fui-me convencendo que era possível correr 21,1 km em pelo menos 2h e 5 minutos...a duas semanas da prova disse em voz alta e ao meu treinador vou correr para as 2 horas, o mister não acreditou e até mesmo no dia da prova e já faltava menos de 1 km ainda estava convencido das 2h e 5 minutos...não me viu!
falar da prova ainda se misturam emoções, sensações e como é que eu consegui? ainda me ronda o pensamento. todos dizem que eu treinei bem e que por isso tive a recompensa de ter conseguido terminar.
antes de qualquer prova sentia sempre um formigueiro na barrinha e o nervoso miudinho, era algo que eu não conseguia controlar, neste inicio de prova foi tudo tranquilo. o grupo juntou-se por volta das 8h, para seguirmos todos juntos para a prova, estava fresco, bom para correr, mas eu até o dente batia. começamos o aquecimento da praxe, porque até parecia mal daqui a nada estar a começar a correr e a tremer de frio...começamo-nos a juntar para a partida e ao grupo foi-se juntando mais malta conhecida, tira fotos de frente, de cima, ás sapatilhas do grupo e infiltrados e nos momentos antes é uma festa, um convívio, um divertimento e nervos nem vê-los...dá-se o tiro da partida e a minha tristeza era que o meu relógio não apanhava o gps, o registo da minha primeira meia maratona estava a ficar comprometido e o acompanhamento do tempo também, a sorte foi que até ao primeiro km o relógio resolveu colaborar e já fiquei mais descansada...ainda tenho dificuldade em correr e falar com relativa facilidade o que me dificultaria para estar a perguntar os tempos, olhando para o relógio vou-me mentalizando do que estou a fazer. a prova foi feita de trás para a frente, rapidamente nos juntamos num grupo de 6 elementos que foram juntos até à meta. as recomendações que eu mais recebi nos dias anteriores à prova e nos momentos antes do inicio foi para desfrutar da prova e esquecer o resto, ri-te, ri-te sozinha, sorri e desfruta da tua primeira meia maratona...segui quase à risca estas últimas recomendações e foi o melhor que eu fiz. vi passarem-me e eu passei por tanta gente, passaram-me e depois voltei a passar, acenei e gritei para quem no público chamava por mim, outros até fui eu que chamei, incentivaram-me e eu incentivei e chegamos ao km 20 com 7 minutos para terminarmos a prova em 2h...pensei para mim raismeparta se eu não termino no minuto 58, a minha alegria foi tanta a cruzar a meta, ainda com capacidade para fazer contas e perceber que estava a terminar a prova em 1h 58m e alguns segundos, que ainda me sobraram forças para o salto da satisfação...e que satisfação! nunca pensei e foi do caraças!!!
um agradecimento especial aos meus companheiros de equipa, foram incansáveis e foi brutal!

 esta é uma replica do meu salto da satisfação

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

indecisões...

quando embarquei nesta nova fase da minha vida, comer saudável, viver saudável uma das coisas que serve de inspiração são as fotografias quase diários que tiro à minha comida, nos meus treinos e alguns momentos do meu dia a dia. já a minha profissão me exige uma maior atenção a tudo o que me rodeia e um estar alerta em termos visuais constante e a fotografia sempre foi um aliado sempre presente. passando do analógico para o digital a quantidade de fotografias foi aumentando, não tendo ainda adquirido uma máquina digital em condições e na indecisão da compra eu optei por investir no meu iphone, inicialmente no 5s agora no 6 precisamente por conseguir aliar uma data de funcionalidades indispensáveis nesta era do digital e por poder ter uma câmara razoável sempre à mão para aqueles momentos que queremos eternizar. tenho tirado fotografias com um resultado bastante razoável e do meu agrado, mas chegou o momento de comprar a minha máquina digital e depois de alguma pesquisa consegui resumir a minha escolha a duas máquinas:
 a sony dsc-hx400v

e a canon powershot g7 x mark ii

neste momento a dúvida é entre estas duas, só me falta tê-las na mão e perceber qual das duas a mais intuitiva e a que melhor se adequa ao tipo de fotografias que quero tirar...indecisões, indecisões...

aqui ficam algumas fotos tiradas com o meu iphone











quarta-feira, 28 de setembro de 2016

nunca pensei...

nova rubrica aqui no blog cujo titulo é... nunca pensei... esta ideia surgiu quando dei por mim a pensar que sentia falta de um livro para ler, ora eu que apesar de gostar de ler, nunca fui dada a paixões assolapadas por leituras. pois, batam-me e até com força, mas era esta a realidade nunca tinha sentido falta de um livro para ler, e vai daí pensei que já dava comigo e com uma lista de algumas coisas em que nunca pensei, assim as suficientes para criar uma rubrica...e assim nasceu, de vez em quando venho aqui dizer que nunca pensei que isto ou que aquilo.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

e quando não está a resultar, devemos insistir...ou não?

não estamos bem, mudamos. e quando mudamos, esperamos mudar para melhor. estar sozinha não é uma opção que me agrada, mas depois de algum tempo sem responsabilidades conjugais voltar a esta realidade reconheço que nem sempre é fácil. dividir o espaço, dividir tarefas, dividir contas, partilhar ideias e mais um sem número de coisas com as quais muitas vezes não nos identificamos não é de todo de fácil conciliação dentro das nossas cabeças. depois de algum tempo só e voltar à realidade de casal é difícil ser benevolente em determinadas áreas. a bagagem que transportamos, os trambolhões e as cabeçadas que já demos faz de nós pessoas capazes de saber reconhecer o que queremos numa relação a dois e ainda mais perceber quando as coisas não estão a correr bem e procurar conversar sobre o que nos inquieta ou sobre aquilo que está mal ou sobre é aquilo que eu quero. tu amuas, eu amuo, tu és orgulhoso, eu também sou...e agora?

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

dos treinos

tenho dias em que vou do trabalho até casa numa luta se vou treinar ou não, quer o treino seja fora ou dentro de casa, faça chuva faça sol, esteja calor ou frio, não importa o tempo ou quase sempre não importa o tempo, o que conta é o estado de espírito. felizmente tem ganho sempre a vontade de ir e não a vontade de me esticar no sofá e é nos dias mais difíceis que no fim do treino eu fico com uma satisfação enorme e sempre com a certeza de foi a decisão mais acertada. para ficar o registo que nem sempre apetece treinar e não, quem treina 7km não treina mais 1, pelo menos eu nesse dia não treino, sou tão rigorosa a cumprir com os dias de treino como com os tempos ou as distâncias, bem como com o merecido descanso.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

inst (a) gosto


coisas

o meu ideal de mãe eram quatro filhos. o meu ideal de mulher era ser mãe de quatro filhos, ter uma profissão como a que tenho e ser independente. ter um marido|companheiro ao meu lado que alinha-se nesta viagem. o meu instagram está cheio de famílias de três e de quatro filhos e por vezes dá-me uma loucura de e se eu tivesse mais um filho (calma, eu só tenho dois) era só mais um, e na perfeição seria uma. uma menina para encher de roupinhas cor de rosas, laços e lacinhos. hoje sinto-me egoísta e com o passar dos anos cada vez penso mais nos problemas do que propriamente deixa ver no que isto dá e então deixo-me estar, quieta, olho as fotos com nostalgia e queria fazer o tempo parar ou queria ter feito o tempo parar quando os meus filhos eram pequeninos e cabiam fisicamente no meu colo. hoje queria só mais um dia assim, mas os dias passam e cada vez mais passam a correr e eles crescem e ai meu deus que já são uns homens...

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

setembro

está difícil aceitar que agosto já terminou. setembro chegou em cheio. o trabalho fora de casa já começou. as aulas estão quase a começar (vulgarmente conto os dias ansiosa para começarem as aulas, mas desta vez as férias podia durar mais um bocadinho)...e agosto já terminou!

terça-feira, 30 de agosto de 2016

meu doce mês de agosto


é assim que eu te conheço, dias quentes e noites normas e é sempre assim que eu te idealizo todos os anos. em minha casa e desde sempre agosto foi o mês das férias, as férias escolares começavam em junho e terminavam em outubro, eram intermináveis, mas só em agosto é que se faziam as malas da noite para o dia e arrancávamos quase sempre no primeiro dia de agosto para só voltarmos no último, eram férias bem aproveitadas! à custa disto nunca tinha conhecido tempo frio no mês de agosto eram sempre dias quentes e noites mornas...eram sempre dias de praia, dias de sol, dias de alegria! o mês de agosto continuou a ser adotado para o mês das férias, é sempre difícil ocupar os filhos com actividades e para não passarem o tempo todo em casa agosto continua a ser o mês das férias. agora são apenas 10 dias de certezas de dias quentes e nem sempre noites mornas, mas este ano sim foram sempre dias quentes e noites mornas. dias que me transportaram no tempo e me trouxeram memórias boas e a certeza de que agosto continua a ser o melhor mês das e para as férias...meu doce mês de agosto

terça-feira, 9 de agosto de 2016

estamos assim



perdi a conta às vezes que disse “é amanhã, amanhã começo a fazer dieta”, os dias foram passando e era sempre amanhã. a roupa cada vez mais apertada, nada ficava bem, nem com roupa larga eu me sentia bem, a verdade é que apesar de não ter peso a mais aquele não era o meu corpo.
com duas gravidezes num intervalo de 10 anos e uma vida sedentária ao longo de 20, sim andar de um lado para o outro feita barata tonta e a fazer uma “ginástica” para deixar um na escola outro no infantário e mais os treinos e mais a casa, as compras, a roupa e tudo e tudo, só foi contribuindo para o acumular das gordurinhas indesejadas nos sítios mais difíceis de resolver o problema e não acelerar o meu metabolismo.
aos poucos na minha cabeça o anjinho foi martelando “é agora, é agora, mais tarde nunca mais perdes esses quilos indesejados”, eu ouvia assim como quem ouve num fundo de um poço, mas estava difícil de começar! afinal não foi uma dieta que comecei, mas sim um aperfeiçoamento das minhas refeições, o ajuste das quantidades e cumprir com os horários das refeições.
longe estava da minha ideia que eu ia agarrar este projecto vida saudável com tanto empenho e dedicação. já ouvi dizer que estou obcecada, se calhar para uns sim, mas para mim faz todo o sentido que seja assim.
melhorei os meus hábitos alimentares, fazendo as minhas asneiras para conseguir manter a minha cabeça saudável.
abracei o projecto das corridas como o meu complemento de vida, o meu tempo, os meus objectivos, a minha superação e o que me faz manter com mais vitalidade para levar a bom porto o meu dia-a-dia.
fui ambiciosa e elevei a minha fasquia e fui dizendo raismepartam se eu não fico com o corpo de anjo da Victoria's Secret, ou com a barriga da Carolina Patrocinio!
e estamos neste ponto de satisfação, com caminho ainda e sempre para percorrer com o lema de já estive mais longe|estou quase lá



 não tenho barriga para andar à mostra, mas é do caraças sentir-me em forma
créditos de imagem| EU

sexta-feira, 8 de julho de 2016

verdades

bem sei que a ideia era passar mais por aqui e escrever, mas é assim nem sempre dá. ou é porque o tempo não chega, ou é porque o portátil está constantemente ocupado por terceiros, o mesmo que dizer filhos de férias, ou até mesmo porque o que há para escrever não interessa assim tanto quanto isso e que para desgraças ou coisas mais triste não vale a pena!
contudo vou procurar que as coisas melhorem e voltar por aqui mais vezes, com as coisas da vida que não interessam a ninguém, mas todo mundo gosta de ler.
até já!